Irmâ lucia
Quem acreditar no milagre de fátima aconselho a não ler o resto deste post. O texto que se segue poderá ofender e
não sendo essa a minha intençao, se o fizer, fá-lo-á por sua conta e risco e consciente de que o aviso foi feito a tempo.
Numa altura em que o mundo chora a morte de uma das três pastorinhas que "viu" nossa senhora, venho aqui por este meio
expremir a minha opnião franca.
Lúcia não viu Nossa Senhora. Lúcia não viu um anjo. Não houve milagre do Sol. O único milagre de Fátima foi a forma como
os delírios de uma criança desequilibrada foram aproveitados em benefício de terceiros (a Igreja Católica e o governo do
Estado Novo). Mais grave do que isto é a forma como Fátima continua a servir como justificação para um negócio milionário
de merchandising religioso (sancionado pela Igreja) e para a humilhação de milhares de homens e mulheres que, todos os anos,
movidos pela ignorância, pelo desespero e pela miséria material e espiritual, se arrastam até à inconsciência,
procurando atrair os favores de uma divindade que concede benesses a troco de ouro e sangue ao jeito dos deuses primitivos.
Em resposta aos que possam escrever a exigir "respeito", ninguém é obrigado a respeitar situações que considera
ofensivas das suas convicções pessoais e lesivas do bem comum. Pelo contrário, terá o dever moral de falar contra
elas e de procurar o seu fim. Não peçam respeito pelas opiniões alheias se não estão preparados para fazer o mesmo.
Este texto não pretende atentar contra as convicções religiosas de cada um. Fátima está longe de ser um fenómeno religioso.
não sendo essa a minha intençao, se o fizer, fá-lo-á por sua conta e risco e consciente de que o aviso foi feito a tempo.
Numa altura em que o mundo chora a morte de uma das três pastorinhas que "viu" nossa senhora, venho aqui por este meio
expremir a minha opnião franca.
Lúcia não viu Nossa Senhora. Lúcia não viu um anjo. Não houve milagre do Sol. O único milagre de Fátima foi a forma como
os delírios de uma criança desequilibrada foram aproveitados em benefício de terceiros (a Igreja Católica e o governo do
Estado Novo). Mais grave do que isto é a forma como Fátima continua a servir como justificação para um negócio milionário
de merchandising religioso (sancionado pela Igreja) e para a humilhação de milhares de homens e mulheres que, todos os anos,
movidos pela ignorância, pelo desespero e pela miséria material e espiritual, se arrastam até à inconsciência,
procurando atrair os favores de uma divindade que concede benesses a troco de ouro e sangue ao jeito dos deuses primitivos.
Em resposta aos que possam escrever a exigir "respeito", ninguém é obrigado a respeitar situações que considera
ofensivas das suas convicções pessoais e lesivas do bem comum. Pelo contrário, terá o dever moral de falar contra
elas e de procurar o seu fim. Não peçam respeito pelas opiniões alheias se não estão preparados para fazer o mesmo.
Este texto não pretende atentar contra as convicções religiosas de cada um. Fátima está longe de ser um fenómeno religioso.
retirado do site "www.irmalucia.pt.vu"
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